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| Desvio existe desde 2015 |
Parece que finalmente o Estado adotará medidas para desativar o desvio que existe a mais de seis anos no Km 52 da rodovia dos Tamoios. O desvio foi implantado em fevereiro de 2015 devido a um deslizamento de encosta no local, que fica no trecho de planalto da rodovia. A implantação do desvio sempre recebeu muitas críticas por parte dos usuários da Tamoios, que pagam pedágio para trafegar pela rodovia
O Estado, através da Artesp(Agência de Transporte do Estado de São Paulo) , órgão responsável pela regulamentação e fiscalização das rodovia paulistas, solicitou, recentemente, um projeto para obras de contenção no trecho do km 52, que quando concluídas, permitirão a desativação do desvio no local. Ainda não está definido quem executará as obras, o DER ou a Concessionária Tamoios.
O desvio existe desde 2015. No trecho do Km 52 os usuários que seguem em direção ao Litoral Norte são obrigados a trafegarem por um desvio, adentrando a pista contrária, para prosseguirem a viagem em direção até Caraguatatuba.
A ARTESP( Agência de Transporte do Estado de São Paulo) informou ao blog que autorizou a concessionária Tamoios a desenvolver o projeto para obras de contenção do talude no km 52. O projeto dependerá ainda de aprovação da equipe técnica da Artesp. Caso o projeto seja aprovado, será definido o cronograma das intervenções.
A Concessionária Tamoios confirmou que a Artesp solicitou a elaboração do projeto, que deverá ser concluído em dezembro, constando os serviços necessários e os custos previstos. A concessionária adiantou que ainda não está decidido quem executará a obra.
Entenda
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| Encosta deslizou em fevereiro de 2015 |
O desvio no Km 52 da Rodovia dos Tamoios, na pista em direção ao litoral, no trecho de planalto, que fica no município de Paraibuna, existe desde fevereiro de 2015, causado pelo deslizamento de encosta durante fortes chuvas ocorridas em fevereiro daquele ano.
Por um bom tempo, cerca de cinco anos, discutiu-se na justiça, na Comarca de Paraibuna, quem deve fazer as obras de contenção da encosta e liberar a pista de acesso ao Litoral Norte: o Estado, através do DER ou a Concessionária Tamoios.
Antes de assumir a estrada, em abril de 2015, a concessionária Tamoios teria feito um relatório no qual apontava os problemas no Km 52, que deveria ser resolvido pelo DER, pois tratava-se de um “passivo antigo”.
O impasse durou muitos anos. Em setembro, o Estado repassou à concessionária Tamoios as obras de conclusão dos contornos, que estavam paralisadas desde 2018. A concessionária terá R$1,5 bilhão para concluir as obras e liberar os contornos em novembro de 2023, ou seja, após a conclusão da duplicação do trecho de serra da rodovia, previsto para ser inaugurado no primeiro semestre do ano que vem.
Isso acabou colaborando para que a concessionária aceitasse fazer as obras necessárias para acabar com o desvio no Km 52. O início e conclusão das obras no trecho ainda dependem da aprovação do projeto e do cronograma que será elaborado pela concessionária.
O desvio no Km 52 sempre foi perigoso, principalmente, durante o período noturno. Após reclamações dos usuários, a concessionária Tamoios reforçou a sinalização no trecho com cones. Quem costuma circular pelo trecho, onde é preciso "adentrar" a pista contrária, conhece bem os riscos. Aqueles que viajam pela primeira vez na rodovia, se assustam com o desvio, que os leva a pista contrária. Isso vem ocorrendo desde 2015.


UMA VERGONHA !!!! Isso sim. Nós do litoral aceitar pagar pedágio sem a estrada em perfeitas condições. Passarelas com obras paradas, e falta acostamentos junto as Passarelas. Aquaplanagem e diversos trechos. Um presente de grego esses 80 km de rodovia.
ResponderExcluirO João Agripino Dória é tão ruim como governador que demorou pra adotar medidas nesse trecho. Graças a Deus que não aconteceu um acidente fatal aí.
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