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| Peron foi morto em abril de 2019 |
O
assassinato do comerciante Joasir Peron, de 42 anos, em Caraguatatuba, completa nesta sexta(30) dois
anos e ainda permanece sem solução. Um mistério que a polícia paulista ainda não conseguiu desvendar.
Peron
foi executado com três tiros a queima roupa às 7 horas do dia 30 de abril de
2019, quando tomava café da manhã, acompanhado de um de seus filhos, em sua pousada
no bairro do Poiares.
O
assassino chegou ao local em uma moto Honda 300 cilindradas, de cor dourada,
tirou o capacete, entrou no salão do restaurante e desferiu três tiros de uma pistola
357. O assassino deixou o local rapidamente de moto.
Peron
morreu sentado na cadeira onde tomava o café da manhã. O comerciante era muito
conhecido na cidade. O crime permanece um mistério até hoje. As investigações
continuam.
O caso passou pelas mãos de dois delegados, inicialmente, Tadeu de Castro, hoje na seccional; e, a delegada Junia Macedo, hoje titular do 1º DP de São Sebastião.
O atual delegado Wanderely Pagliarini, que assumiu recentemente a Delegacia
de Caraguatatuba, ainda não teve tempo de conhecer o inquérito. Trata-se de um delegado dos mais experientes que poderá agilizar o caso.
Sem pistas
Na
fase inicial das investigações, não foi possível contar com informações
precisas das testemunhas que estavam no local na hora do crime e da família. As
câmeras de monitoramento requisitadas pela polícia também não permitiram a
identificação e o destino do assassino e sua moto.
A
arma utilizada no crime permanece desaparecida. A polícia ainda aguarda acesso
ao conteúdo do celular iphone 7 de Peron para buscar alguma informação que
possa indicar o motivo e supostas pessoas envolvidas.
Peron
era natural de Caparena, no Paraná e nunca teve nenhuma passagem pela
polícia. As investigações seguem três
caminhos: negociação envolvendo venda de imóveis ou carros; agiotagem (muita
gente estaria devendo para ele) ou crime passional.
Uma
importante fonte da polícia paulista comentou que tudo indica que o homem que
executou o comerciante tenha sido um assassino de aluguel, um matador
profissional, pois não deixou testemunhas e nenhuma pista.
A única novidade, hoje, é que o jornalista T.M, que divulgou um vídeo levantando suspeitas sobre possíveis autores e mandantes do crime, esteve nesta sexta(30) no DEIC de São José dos Campos.
Não se sabe se ele foi intimado ou convidado para
entregar a gravação à polícia. Por enquanto, permanece um grande mistério sobre
quem matou, porque matou e quem mandou matar Peron.















