Polícia
Caso "Andressa" abalou a cidade de Caraguá.
Caso "Andressa" abalou a cidade de Caraguá.
![]() |
| Andressa e Leandro. |
O caso envolvendo a bancária Andressa de Azevedo, de 29 anos, e o ex-modelo e personal trainer Leandro de Almeida, de 37, dois jovens bonitos e sarados, freqüentadores de festas e baladas, abalou a cidade de Caraguá. Andressa está internada em estado grave na Santa Casa da cidade após ter sido espancada pelo namorado. Em outubro do ano passado, o antigo namorado de Andressa, Eduardo Morais, dono de uma academia, foi encontrado morto. Segundo informou a polícia na ocasião, o rapaz teria se suicidado após romper relações com Andressa.
O caso envolvendo o casal foi o principal assunto nas redes sociais nos últimos dois dias. Segundo o portal G1, o casal permaneceu por seis dias no Motel Stylus, na zona sul de Caraguá, usando bebidas álcoolicas e, possivelmente, drogas. Na última terça-feira, uma atendente do motel estranhou a falta de contato pelo interfone e foi até a suite saber o que estaria ocorrendo. Foi nesse momento que Andressa gritou por socorro.
A atendente acionou então a polícia. A suite estava toda revirada e com muitas manchas de sangue nos lençóis e colchão. Andressa foi resgatada pela polícia muito machucada. Foi encaminhada pelo Samu até a Santa Casa da cidade. Leandro foi preso, preventivamente, por tentativa de homicídio. Ele foi encaminhado ao hospital e em seguida para o CDP(Centro de Detenção Provisória) de Caraguá.
Segundo os funcionários do motel, o casal estava no local há cerca de uma semana. A polícia está investigando as causas das agressões. Andressa teve fraturas nos ossos da face e, segundo a família, corre o risco de perder a visão de um dos olhos pela gravidade das lesões.Andressa e Leandro são muitos conhecidos na cidade.
Segundo informou a polícia ao G1, o casal estava junto há seis meses e Leandro, ex-modelo e personal trainer, já tinha sido internado algumas vezes em clínicas de reabilitação para dependentes químicos. O delegado Jairo Luis Pinto Ponteda, da Delegacia da Defesa da Mulher, afirmou que os dois no dia da ocorrência, terça-feira, ainda não tinham condições as minimas condições de prestar esclarecimentos sobre o que pode teria motivado as agressões.
O pai da vítima, Osmar Azevedo, cobra justiça. Segundo ele, "não há o que justifique o que ele fez com a minha filha. É uma dor sem tamanho o que estou sentindo". Azevedo afirmou ainda que a filha nunca relatou para ele ou outros familiares que o companheiro era agressivo. O advogado Bruno Romanelli, que faz a defesa de Leandro de Almeida, contestou a prisão do cliente. Ele apontou que Almeida sofre de síndrome do pânico e requer cuidados médicos, por isso, teria que ser internado em uma clínica. Ele também disse que houve uma troca de agressões entre o casal e que acredita que o caso deveria ser considerado lesão corporal.
O pai da vítima, Osmar Azevedo, cobra justiça. Segundo ele, "não há o que justifique o que ele fez com a minha filha. É uma dor sem tamanho o que estou sentindo". Azevedo afirmou ainda que a filha nunca relatou para ele ou outros familiares que o companheiro era agressivo. O advogado Bruno Romanelli, que faz a defesa de Leandro de Almeida, contestou a prisão do cliente. Ele apontou que Almeida sofre de síndrome do pânico e requer cuidados médicos, por isso, teria que ser internado em uma clínica. Ele também disse que houve uma troca de agressões entre o casal e que acredita que o caso deveria ser considerado lesão corporal.
Vítima agredida pelo namorado teve lesões graves em Caraguatatuba (Foto: Arquivo pessoal )
Outro lado
O advogado Bruno Romanelli, que faz a defesa do agressor, Leandro de Almeida, contestou a prisão do cliente. Ele apontou que Almeida sofre de síndrome do pânico e requer cuidados médicos, por isso, teria que ser internado em uma clínica.
Ele também disse que houve uma troca de agressões entre o casal e que acredita que o caso deveria ser considerado lesão corporal.













