Segurança
Litoral cobra mais segurança.
A sensação de insegurança preocupa os prefeitos do Litoral Sul, conforme reportagem publicada pela Tribuna de Santos. Eles temem o que classificam de saturação das delegacias no período em que a população flutuante aumenta.
Para eles, as ações prioritárias são a reativação de delegacias fechadas, aumento do efetivo policial e criação de unidades especializadas de investigação. E, não apenas, na temporada de verão. Para isso, prefeitos daquela região e, também, três deputados com base no Litoral Sul, estão reivindicando reuniões com o delegado-geral de Polícia, Youssef Abou Chahin, e com o secretário estadual de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho. Os prefeitos do Litoral Norte devem seguir o exemplo. Litoral Norte e Sul vivem do turismo, atividade praticada ao longo de todo o ano e, não apenas no verão.
Os prefeitos do Litoral Sul alegam que devido ao quadro deficitário de policiais e a falta de investimentos em equipamentos apenas 10% das ocorrências policiais são transformadas em investigação. Lá, segundo apurou o jornal, apenas homicídios, acidentes com vítimas fatais, estupros e flagrantes seguem para apuração. Os demais casos são arquivados.
Em nota enviada na tarde de domingo ao jornal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) contestou a informação e afirmou “que todos os crimes registrados são investigados”. É complicado acreditar, pois foram os próprios servidores das delegacias, que anonimamente, deram a informação ao jornal. Em nossa região, o Litoral Norte não deve ser diferente.
Lá, como aqui, enquanto a polícia concentra seus esforços em casos de maior relevância, crescem os crimes contra o patrimônio. Lá, registra-se um aumento considerado de furtos. Uma média de um furto a cada 20 minutos. Aqui, no Litoral Norte, até setembro, foram registrados 44 homicídios, 45 tentativas de homicídios, 81 estupros, 1208 roubos, 35 roubos de veículos, 3.769 furtos e 215 furtos de veículos. Caraguá, segundo as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública, lidera as ocorrências na região.
Lá, os deputados eleitos na região Caio França, Cássio Navarro e Paulo Correia estão apoiando os prefeitos. Aqui, no Litoral Norte estamos órfãos de deputados estaduais. Precisamos eleger deputados de nossa região. Para o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, a deficiência do setor obriga as prefeituras a investir em câmeras de videomonitoramento e na guarda civil. Segundo ele, “Se dois ou três flagrantes chegarem ao distrito, ninguém mais sai dali porque não tem quem os registre. É necessário aumentar efetivo da Civil para reduzir a criminalidade”.
“Segurança é fundamental para as cidades que dependem do turismo”, diz o prefeito de Guarujá, Valter Suman (PSB). Ele recordou socialista que a recente mobilização de políticos da região conseguiu reverter a intenção do Estado de reduzir em 20% o efetivo da Operação Verão.
Verão
Os números comprovam que o número de algumas ocorrências ao longo do ano se compara ao registrado nos meses de verão. Ou seja, não adianta aumentar o número de policiais apenas na temporada. Tem que aumentar o efetivo ao longo de todo o ano. Os prefeitos do Litoral Norte tem que cobrar mais do Estado. Nossos prefeitos ajudam no que podem, mais o Estado tem que investir mais na segurança pública. Nosso efetivo, tanto na militar, quanto na civil, é dos menores. Eles, os policiais fazem o que podem, mas não conseguem combater a criminalidade,que infelizmente, cresce a cada dia.
Litoral cobra mais segurança.
A sensação de insegurança preocupa os prefeitos do Litoral Sul, conforme reportagem publicada pela Tribuna de Santos. Eles temem o que classificam de saturação das delegacias no período em que a população flutuante aumenta.
Para eles, as ações prioritárias são a reativação de delegacias fechadas, aumento do efetivo policial e criação de unidades especializadas de investigação. E, não apenas, na temporada de verão. Para isso, prefeitos daquela região e, também, três deputados com base no Litoral Sul, estão reivindicando reuniões com o delegado-geral de Polícia, Youssef Abou Chahin, e com o secretário estadual de Segurança Pública, Mágino Alves Barbosa Filho. Os prefeitos do Litoral Norte devem seguir o exemplo. Litoral Norte e Sul vivem do turismo, atividade praticada ao longo de todo o ano e, não apenas no verão.
Os prefeitos do Litoral Sul alegam que devido ao quadro deficitário de policiais e a falta de investimentos em equipamentos apenas 10% das ocorrências policiais são transformadas em investigação. Lá, segundo apurou o jornal, apenas homicídios, acidentes com vítimas fatais, estupros e flagrantes seguem para apuração. Os demais casos são arquivados.
Em nota enviada na tarde de domingo ao jornal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) contestou a informação e afirmou “que todos os crimes registrados são investigados”. É complicado acreditar, pois foram os próprios servidores das delegacias, que anonimamente, deram a informação ao jornal. Em nossa região, o Litoral Norte não deve ser diferente.
Lá, como aqui, enquanto a polícia concentra seus esforços em casos de maior relevância, crescem os crimes contra o patrimônio. Lá, registra-se um aumento considerado de furtos. Uma média de um furto a cada 20 minutos. Aqui, no Litoral Norte, até setembro, foram registrados 44 homicídios, 45 tentativas de homicídios, 81 estupros, 1208 roubos, 35 roubos de veículos, 3.769 furtos e 215 furtos de veículos. Caraguá, segundo as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública, lidera as ocorrências na região.
Lá, os deputados eleitos na região Caio França, Cássio Navarro e Paulo Correia estão apoiando os prefeitos. Aqui, no Litoral Norte estamos órfãos de deputados estaduais. Precisamos eleger deputados de nossa região. Para o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, a deficiência do setor obriga as prefeituras a investir em câmeras de videomonitoramento e na guarda civil. Segundo ele, “Se dois ou três flagrantes chegarem ao distrito, ninguém mais sai dali porque não tem quem os registre. É necessário aumentar efetivo da Civil para reduzir a criminalidade”.
“Segurança é fundamental para as cidades que dependem do turismo”, diz o prefeito de Guarujá, Valter Suman (PSB). Ele recordou socialista que a recente mobilização de políticos da região conseguiu reverter a intenção do Estado de reduzir em 20% o efetivo da Operação Verão.
Verão
Os números comprovam que o número de algumas ocorrências ao longo do ano se compara ao registrado nos meses de verão. Ou seja, não adianta aumentar o número de policiais apenas na temporada. Tem que aumentar o efetivo ao longo de todo o ano. Os prefeitos do Litoral Norte tem que cobrar mais do Estado. Nossos prefeitos ajudam no que podem, mais o Estado tem que investir mais na segurança pública. Nosso efetivo, tanto na militar, quanto na civil, é dos menores. Eles, os policiais fazem o que podem, mas não conseguem combater a criminalidade,que infelizmente, cresce a cada dia.

















