terça-feira, 31 de março de 2015

Notas


 
Mídia  
    Jornal Imprensa Livre parou de circular
 Já escrevi no blog sobre a triste situação enfrentada pelos jornais impressos no mundo todo. A internet afetou drasticamente a sobrevivência dos jornais e revistas. E, também, começa a afetar a TV. As audiências de programas, como o Jornal Nacional, despencaram de uma maneira assustadora. O JN que antes tinha 80% de audiência, hoje, estaria com uma média de 20% de audiência. Venho acompanhando o fechamento de jornais em todo o Brasil, entre eles, o JT(SP), Estado do Paraná(PR) Jornal do Brasil(RJ), o Diário do Povo(Campinas)...E, agora, a crise financeira parece estar atingindo também os jornais de nossa região. Segundo consta, o Imprensa Livre, único diário do Litoral Norte e o jornal O Vale, principal diário do Vale do Paraíba, passam por graves problemas financeiros. Triste...Trabalhei nos dois jornais...
O Imprensa Livre completou 28 anos de existência. Lembro quando o Marjan e o Lourival estiveram reunidos comigo em Caraguá para conversarmos sobre a transformação do jornal em um diário regional. Até aquela época o jornal circulava uma vez por semana. Os dois foram responsáveis pelo lançamento diário do Imprensa Livre. Eu entendia que o mercado publicitário não colaboraria para cobrir os custos do jornal. Hoje, então, com a internet, a situação ficou muito mais difícil. Em agosto do ano passado o Cláudio do Prado esteve no Restaurante Valentin. Conversamos sobre o futuro do jornal e sobre os desafios que iria enfrentar. Cláudio chegou com uma visão moderna e cheio de expectativas. O problema, parece, que é falta de dinheiro. A última edição impressa do jornal foi lançada no dia 14 de março e, até agora, nenhuma outra edição foi lançada.  
O jornal poderia se manter na internet, com um edição virtual. Tudo indica que esse pode ser um futuro promissor para o Imprensa Livre, mas até mesmo, a edição virtual foi suspensa. Acho que os empresários do jornal, Emídio Mendes e seu filho André, não estão conseguindo recuperar os investimentos feitos no jornal e, diante da crise, que enfrentamos, estariam com muitas dificuldades para manter o Imprensa Livre. Comenta-se, ainda, que o pessoal da redação estaria em greve. Pode ser que diante da dificuldade financeira o jornal deixou de pagar seus funcionários. Tá difícil...  
 
Mídia II
Ana Maria Braga batiza neta em Capela de Barra do Sahy
 
Ana Maria batiza a neta Maria.
Ganhou um espaço danado na mídia brasileira, a presença da apresentadora Ana Maria Braga, domingo, em São Sebastião. Ela esteve em Barra do Sahy   para batizar sua neta Maria, filha de Mariana. Mariana, filha de Ana Maria( de seu primeiro casamento), também havia sido batizada na capela, há 32 anos. Ana Maria casou-se com Eduardo de Carvalho na década de 80 quando trabalhava como assessora de imprensa e na editora Abril.
Ana com o ex-marido Eduardo, a neta Maria e a filha Marina. Fotos: G-1
 
Com o economista Eduardo, ex-presidente do Banespa e do Banco Auxiliar, a jornalista  teve dois filhos, a Mariana e Pedro Maffei. Ana depois casou-se mais duas vezes, com seu ex-segurança Carlos Madrulha(1997) e depois com Marcelo Frisoni(2007). O batizado da neta foi destaque na edição de ontem (segunda-feira) do programa Mais Você, comandado por ela.
Capela do Sahy
 
A capelinha de Barra do Sahy é um encanto, como as outras existentes nas praias de Boiçucanga, Toque Toque Grande e Toque Toque Pequeno. A capelinha fica na margem esquerda do rio Sahy, por isso, é comum muita gente chegar de barco para visitar o local. Uma passarela cruza o rio para dar acesso à capela. A capelinha tem cerca de 100 anos. Na sacristia, tem um oratório de 1920. Os caiçaras da região, no passado, aproveitavam as missas para promoverem baile ao som de viola e cavaquinho. A capela era o ponto de encontro dos caiçaras aos domingos. A capelinha tem duas datas muito comemoradas: as festas de Nossa Senhora Sant’ Ana (26 de julho) e de Mãe Peregrina(dia 18 de outubro). As missas acontecem aos domingos. Às 8 horas.
A capela de Barra do Sahy segue o mesmo padrão das existentes em outras praias da cidade, como Boiçucanga, Toque Toque Grande e Toque Toque Pequeno. São similares também as existentes em algumas praia de Ilhabela. As capelas foram muitos importantes no passado, quando as comunidades caiçaras viviam isoladas e praticavam apenas a economia de subsistência. Naquele período, praticamente inexistia turismo na região. Cada uma delas tem suas peculiaridades, histórias e valor cultural. Vale a pena visitar essas capelas...
 
 
 
Mídia III

 

Revista científica internacional destaca trabalho desenvolvido pelo Inpe em Caraguá

 

Catástrofe que atingiu Caraguá em 1967.
A importante revista cientifica Natural Hazards and Earth System Sciences(Riscos Naturaios e Ciência do Sistema Terrestre) publicou artigo destacando o trabalho desenvolvido pelos pesquisadores Inpe( Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais desenvolveram uma metodologia para mapear áreas suscetíveis a deslizamentos de terra em municípios brasileiros, entre eles, Caraguá, a partir de dados e softwares de domínio público.

Desenvolvida no âmbito do Projeto Temático “Assessment of impacts and vulnerability to climate change in Brazil and strategies for adaptation option”, realizado com apoio da FAPESP, a metodologia foi descrita em um artigo publicado na revista. “A ideia de usar dados e softwares livres foi para possibilitar que a metodologia possa ser utilizada de forma prática e confiável por gestores públicos de municípios brasileiros que ainda não possuem mapeamentos de áreas suscetíveis a deslizamentos de terra e que muitas vezes sofrem com esse tipo de problema”, disse Pedro Ivo Camarinha, doutorando no Inpe e um dos autores da metodologia, à Agência FAPESP.

A metodologia utiliza um sistema de processamento de informações georreferenciadas chamado Spring, desenvolvido pelo Inpe e disponibilizado gratuitamente na internet, além de um banco de dados geomorfométricos do Brasil, denominado Topodata, também criado pelo Inpe a partir de dados da missão Shuttle Radar Topography Mission (SRTM). Realizada em fevereiro de 2000 pelo ônibus espacial Endeavour, da agência espacial americana (Nasa), a SRTM teve o objetivo de obter a mais completa base de dados topográficos digitais e de alta resolução da Terra por meio de um sistema de radar.

“O Topodata conseguiu melhorar a resolução dos dados de topografia fornecidos pela SRTM – que era de 90 metros – para toda a América do Sul e, especialmente para o Brasil, oferecendo ao usuário uma série de dados topográficos com resolução espacial de 30 metros”, disse Camarinha. “Isso colabora para elaboração de mapas de suscetibilidade a deslizamentos de terra de municípios brasileiros com resolução aceitável”, avaliou.

Serra do Mar

 

A fim de avaliar sua confiabilidade, a metodologia foi usada inicialmente para estimar a suscetibilidade e riscos de deslizamento de terra nos municípios de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão, situados na região da Serra do Mar, no litoral paulista. De importância estratégica para a economia do estado e do país em razão de concentrar portos, estradas, oleodutos e gaseodutos, além de serem centros turísticos, os quatro municípios registram frequentemente desastres naturais envolvendo deslizamentos de terra devido, entre outros fatores, às características geofísicas e ao crescimento populacional desordenado, que levou à ocupação de áreas próximas a encostas e morros.

Por essas razões, essas quatro cidades têm sido consideradas prioritárias nos mapeamentos de áreas de risco de deslizamentos feitos pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) – o órgão oficial de assessoramento dos municípios e da Defesa Civil na gestão de riscos de desastres naturais. “Os municípios de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão já contam com um mapeamento de áreas suscetíveis a deslizamentos de terra, elaborado pelo CPRM, devido a seus históricos de desastres naturais relacionados a esse tipo de processo geológico”, disse Camarinha.

Ao comparar o levantamento de suscetibilidade a deslizamento de terra feito com a metodologia desenvolvida pelo Inpe com o levantamento de áreas de risco de deslizamento realizado pelo CPRM nesses quatro municípios, os pesquisadores constataram que a metodologia é bastante eficiente. Além de áreas de risco de deslizamentos de terra já identificadas pelo CPRM em campo, a metodologia indicou que há regiões com suscetibilidade alta e muito alta nos quatro municípios situadas, em sua maioria, em áreas de expansão urbana. “A metodologia que desenvolvemos foi capaz de identificar com considerável precisão onde estão localizadas as áreas de risco de deslizamento de terra nos quatro municípios analisados”, afirmou Camarinha.

“Ela pode ser usada tanto em cidades que já possuem mapeamento de suscetibilidade a deslizamento de terra para reforçar e nortear as análises feitas in loco pelo CPRM, como também por municípios que ainda não têm esse tipo de levantamento”, afirmou.

 

Levantamento nacional

 

De acordo com a The International Emergency Disasters Database (EM-DAT) – uma base de dados de desastres ocorridos em todo o mundo desde 1900 –, no período de 1900 a 2013 foram registrados 150 grandes desastres naturais no Brasil, que afetaram 71 milhões de pessoas, causaram mais de 10 mil mortes e perdas estimadas em US$ 16 bilhões.

Devido ao aumento da frequência e intensidade de desastres naturais relacionados a deslizamentos de terra nas cidades brasileiras nas últimas duas décadas – especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país –, o CPRM começou a realizar a partir de 2013, por solicitação do governo federal, um mapeamento de suscetibilidade, perigo e risco em 821 municípios considerados prioritários por registrarem o maior número de ocorrências.

O trabalho vem avançando nos últimos anos, mas ainda há uma série de municípios prioritários que ainda não possuem esse tipo de mapeamento, apontou Camarinha. “Além desses municípios considerados prioritários, há uma série de outros onde também ocorrem deslizamentos de terra, mas com menor frequência e intensidade”, afirmou. “Para esses casos, a metodologia que desenvolvemos pode auxiliar a Defesa Civil e secretarias municipais que tratam de riscos de desastres naturais a fazer um planejamento urbano melhor, como também identificar áreas de risco a deslizamentos de terra”, avaliou

Além de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão, após ser validada, a metodologia também foi usada para avaliar a suscetibilidade a deslizamento de terra em cerca de outros 60 municípios paulistas, situados na Baixada Santista, Litoral Norte, região metropolitana de Campinas, Serra da Mantiqueira e no Vale do Paraíba. Os pesquisadores também estão avaliando a possibilidade de adaptar a metodologia para analisar áreas de risco suscetíveis à inundação, que representa o tipo de desastre natural mais frequente (58% do total) e que causa maior número de óbitos no Brasil, seguido por deslizamentos de terra (15,6%), segundo o Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, elaborado pelo Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Fonte: Jornal do Brasil

quinta-feira, 26 de março de 2015

Deveres


Dengue

 

Prefeitura começa a notificar e multar quem não colaborar com o combate a dengue.

 

Em palestra realizada esta semana, o coordenador da Equipe de Combate a Dengue, Ricardo Souza, informou que 80% dos criadouros do mosquito transmissor da doença esta no interior das residências. Isto significa que os moradores da cidade devem continuar a fazer a limpeza de vasos, calhas, ralos e jardins ou quintais para recolher todo recipiente que possa se transformar num criadouro do mosquito. Só assim poderemos eliminar os criadouros e combater a dengue.

 

1569 casos

Adicionar legenda
 
Não tem outro jeito. Se o morador e, também, o veranista, não colaborar o combate a dengue ficará prejudicado na cidade. Os casos de dengue continuam crescendo. Hoje, temos 1569 casos confirmados e 541 em investigação. Duas pessoas já morreram de dengue na cidade. No ano passado foram 2199 casos positivos e três mortes por dengue.
 

A situação da dengue é dramática em quase todo o Estado de São Paulo e, também no País. Por aqui, não tem sido diferente. A prefeitura tem feito um trabalho responsável. O prefeito Antonio Carlos tem dedicado toda a sua atenção e ações no sentido combater a dengue em nossa cidade. Várias ações estão sendo desenvolvidas: aumento no número de agentes nas UBSs e no UPA; foi intensificado o trabalho de limpeza nos bairros; foi envolvida praticamente toda a nossa comunidade no trabalho de conscientização; investimentos na compra de repelentes e equipamentos de nebulização(aplicação de inseticida)...  
alunos colaboram na campanha
Todos os colegas, da imprensa local ou regional, tem colaborado divulgando as ações da prefeitura e as medidas que devem ser adotadas pelos moradores para se evitar a dengue. A dengue tem ocupado um bom espaço nas rádios, TVs, jornais e redes sociais. A imprensa tem feito seu trabalho no sentido de esclarecer e orientar os moradores de como evitar os criadouros e, com isso, eliminar o mosquito que transmite a dengue.  Os moradores devem e podem fazer muito mais.
 
A Sesep (Secretaria de Serviços Públicos) faz semanalmente o “bota-fora” para eliminar os criadouros nas residências.  Muita gente colabora. Outros, não. Muita gente coloca entulho, poda de árvores, móveis e todo tipo de tranqueira que não usa mais, após a realização das operações cata-treco e bota-fora. Essa atitude acaba prejudicando e muito o trabalho da prefeitura e coloca em risco todo o trabalho que vê sendo executado. A retirada do material, galho de árvore, entulho de construção e móveis velhos devem ser feito durante a realização do bota-fora e não, após a realização da ação.

 
Entulho

retirada de entulho
 
A Sesep começou esta semana a notificar os moradores que depositam entulho ou móveis fora o período do bota-fora. Um total de 31 moradores foram autuados e notificados por fazerem o despejo o irregular de lixo verde ou entulho nas calçadas, via pública ou terreno particular. Foram notificados moradores dos bairros Porto Novo, Sumaré, Olaria, Casa branca, Cidade jardim e Indaiá. As ações de fiscalização estão sendo intensificadas com especial atenção aos imóveis geradores de lixo que possam servir de  criadouro para o mosquito transmissor da Dengue.

 
Os moradores autuados tem um prazo de 7 a 15 dias para removerem o lixo, entulho, podas de árvores ou jardins através de empresas particulares. A multa é pesada: cerca de R$ 500,00. Os moradores podem contratar caçambas para armazenar o material. O aluguel de caçamba nas empresas da cidade varia de R$ 90,00 a R$ 110,00. Os moradores podem também levar o entulho ou móveis velhos e ainda as podas de árvores e jardins para o transbordo da Prefeitura que fica na avenida das Garças, no bairro Jardim Gaivotas.  O que não pode é deixar o entulho ou móveis nas calçadas, praças e vias públicas fora do período dos bota-foras. Pra tirar dúvidas os moradores podem para a Sesep (3885-4556).

 
Terrenos baldios


terreno baldio com entulho e lixo.
A Secretaria de Urbanismo também vem fazendo a sua parte. Cerca de 400 proprietários de terrenos baldios foram notificados para fazerem a limpeza de suas áreas. Nem todo terreno baldio é foco de criadouro do mosquito transmissor da dengue, mas muita gente acaba utilizando esses terrenos para fazer o descarte de seu lixo, entulho, podas de árvores ou jardins. Os proprietários desses terrenos são notificados para limparem suas áreas em até 30 dias. Caso a limpeza não seja feita, são multados em até R$ 1.500,00. O Interessante é que de cada dez proprietários notificados, cerca de oito, atendem as notificações feitas pela prefeitura. Em caso de denúncias ou dúvidas as pessoas podem ligar para 3886-6060.
 

Como se vê, muita coisa está sendo feita, principalmente, por parte da Prefeitura, para que a gente possa combater o avanço da dengue.  É preciso apenas, que os moradores, não deixem em seus quintais ou jardins, qualquer tipo de recipiente que possa vir a se transformar num criadouro do mosquito e, que as pessoas evitem lançar nos terrenos baldios: entulho, lixo, podas ou móveis velhos. As pessoas devem tirar todas as suas dúvidas ligando para os telefones da Secretaria de Saúde: 3887-6888 e 3887-6085.  

 

 

 

quarta-feira, 25 de março de 2015

Nova orla


Nova Orla

Começa obra de urbanização da orla do Massaguaçu

 
Orla Massaguaçu. Foto: jornal O Vale

Foram iniciados ontem, dia 24, os serviços da obra de urbanização da orla do Massaguaçu. Trabalhadores da empreiteira Marxcon Ambiental, responsável pela obra, começaram ontem a fazer a demarcação do projeto que será executado numa das melhores praias da cidade. A obra deve ser concluída entre quatro e cinco meses. A orla da Praia de Massaguaçu era uma das poucas ainda não urbanizadas pelo prefeito Antonio Carlos no município de Caraguatatuba.

Abboud acompanha a demarcação do projeto
O trabalho de demarcação do projeto foi acompanhado de perto pelo arquiteto Cesar Abboud, um dos responsáveis pela obra. Abboud foi também um dos arquitetos responsáveis pela implantação da orla da praia do centro de Caraguá. O projeto da nova orla do Massaguaçu,  apresentado pelo prefeito Antonio Carlos aos empresários, comerciantes e hoteleiros da região, foi muito elogiado por todos.

projeto da nova orla
A praia de Massaguaçu, a de maior extensão de Caraguatatuba, terá sua orla totalmente repaginada, com obras de reurbanização e de revitalização ambiental. O projeto deverá ser concluído até o final do ano, segundo o prefeito.
A primeira etapa terá um projeto ambiental para recuperar a vegetação de restinga ao longo da praia. Abboud ,que também é secretário adjunto da Secretaria de Pessoas com Deficiência e Idosos, informou que espécies nativas, entre elas o Jundu, planta comum em restingas, serão replantadas ao longo da praia. Abboud informou também que serão plantadas espécies nativas da Mata Atlântica nos canteiros paisagísticos que serão implantados na praia, mais próximo da rodovia Rio-Santos.

O projeto de urbanização prevê a construção de ciclovia, calçadão para caminhada com 3,5 metros de largura, decks sobre as paredes de pedra para a retenção da maré, mirante praça de convívio, academia de ginástica para a terceira idade, obeliscos ornamentais e espaço para atividades culturais.  Segundo Abboud o projeto de reurbanização da praia de Massaguaçu, em Caraguatatuba, prevê acessibilidade em toda a orla.

Os seis quiosques existentes ao longo da orla serão menores e padronizados, segundo o arquiteto. A Massaguaçu também vai ganhar uma área para estacionamento, em grama, com capacidade para 90 vagas. Segundo Abboud os carros não vão mais estacionar na areia da praia como ocorre hoje. A praia também vai ganhar uma nova iluminação, com lâmpadas de led brancas para destacar a orla.

Mar

        Prefeitura assina convênio com a Marinha 





O prefeito Antônio Carlos e a Marinha do Brasil assinaram um termo de convênio para fiscalização do tráfego náutico do município. O convênio foi assinado na semana passada, em cerimônia realizada na Delegacia da Capitânia de Portos, em São Sebastião, na última semana. A cidade foi a primeira do Litoral Norte Paulista a firmar acordo. Com a assinatura do termo, será preservada a integridade física dos cidadãos nas praias e rios navegáveis do município. Durante a cerimônia, estiveram presentes o prefeito de Caraguá, Antonio Carlos; o vice-almirante do Comando do 8º Distrito Naval, Wilson Pereira de Lima Filho; o Capitão de Fragata Delegado da Capitânia de Portos de São Sebastião, Marcelo de Oliveira Sá e o secretário de Assuntos Jurídicos de Caraguá, Dorival de Paula Junior. Na ocasião, foi assinado também o Plano de Trabalho para que a fiscalização seja efetivada, pelo secretário de Assuntos Jurídicos e o Delegado da Capitânia de Portos de São Sebastião. O prefeito Antônio Carlos também se mostrou favorável a implantação do grupo de "marinheiro mirim" em Caraguatatuba, projeto que deverá ser viabilizado com apoio da Marinha do Brasil.
 


 

terça-feira, 24 de março de 2015

Todos contra a Dengue


Dengue

 Caraguá registra segunda morte por dengue.

agentes aplicam a nebulização
 Caraguatatuba registrou a segunda morte por dengue. A vítima foi Aparecida Correa dos Santos, de 66 anos, moradora do bairro Rio do Ouro. Aparecida morreu no último sábado (dia 21), após ser internada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Centro com os sintomas da doença.

A primeira morte por dengue na cidade ocorreu, em janeiro, quando morreu Adelaide Amaro Simões, 39 anos, moradora no bairro do Perequê-Mirim, região sul da cidade. Outras três mortes estão ainda sendo investigadas no município. A comprovação depende de exames complementares. Outras três morte foram descartadas (não foram por dengue).

agente combate criadouros nos vasos, calhas e ralos
A cidade, que decretou estado de Emergência, tem 1413 casos registrados até hoje(terça-feira, dia 24). Outros 596 casos ainda estão em investigação. O prefeito Antônio Carlos da Silva (PSDB) lançou o Programa ‘Emergencial de Combate à Dengue’. Alunos bolsistas da prefeitura foram convocados para cumprirem horas de contrato em atividades de combate ao mosquito transmissor da doença. Servidores públicos, membros das igrejas evangélica e católica, entidades e estudantes atuam como voluntários.

agentes visitam casa a casa 
Todos colaboram no trabalho de conscientização, principalmente, para eliminar os criadouros do mosquito transmissor. A prefeitura ampliou o número de agentes de saúde nas visitas casa a casa e no atendimento nas UBSs e UPA. Unidades de saúde nas regiões mais afetadas estenderam seus serviços até às 19 horas. Serviços de capina em terrenos públicos, varrição, retirada de criadouros e nebulização foram reforçados em todas as regiões da cidade.

A região mais afetada tem sido a região Sul, na divisa com São Sebastião, responsável por 597 (42,34%) dos casos confirmados. Em seguida vem a região central com 555 casos (39,36%). A região Norte registra 255 casos (18,09%).  Os bairros mais afetados: na região Sul; Pereque-Mirim(160) e Travessão(152); na região Central, Jaraguazinho (118); na região Norte, Olaria(98), Massaguaçu(52), Casa Branca(44) e Jetuba(43).  

Nos bairros onde ficam as praias mais frequentadas da cidade a situação é a seguinte: Martim de Sá tem 77 casos; Massaguaçu, 52 casos; Indaiá, 34 casos; Praias das Palmeiras, 30 casos; Prainha, 9 casos; Capricórnio, 5 casos; Tabatinga, 2 casos.  

A dengue mês a mês em Caraguá: Janeiro, 474 casos; Fevereiro, 603 casos; e, Março, 462 casos (até o dia 24). É importante o envolvimento de todos no combate ao criadouro do mosquito. É que, segundo informações do Estado, o “pico” de casos de dengue deve ocorrer entre os meses de abril e junho.   Em 2014 a cidade registrou 2199 casos de dengue e os meses com maior números de casos foram abril(402), Maio(939) e Junho(529).  Confira abaixo, informações da prefeitura, sobre os casos de dengue bairro a bairro.

 

REGIÃO CENTRAL
Bairro
Casos
Porcentagem
CENTRO
31
2,2 %
CIDADE JARDIM
25
1,77 %
ESTRELA DALVA
24
1,7 %
INDAIA
34
2,41 %
IPIRANGA
5
0,35 %
JARAGUAZINHO
118
8,37 %
JD GAIVOTAS
16
1,13 %
JD ARUAN
7
0,5 %
JD CALIFORNIA
4
0,28 %
JD FOREST
1
0,07 %
JD JAQUEIRA
5
0,35 %
JD MARISTELA
1
0,07 %
JD PRIMAVERA
6
0,43 %
MARTIM DE SÁ
77
5,46 %
POIARES
23
1,63 %
PONTE SECA
11
0,78 %
PRAINHA
9
0,64 %
RIO DO OURO
68
4,82 %
SUMARE
27
1,91 %
TINGA
35
2,48 %
BENFICA
11
0,78 %
CANTA GALO
6
0,43 %
CAPUTERA
11
0,78 %
TOTAL
555
39,36 %
REGIÃO NORTE
Bairro
Casos
Porcentagem
CAPRICORNIO
5
0,35 %
CASA BRANCA
44
3,12 %
JETUBA
43
3,05 %
JD SANTA ROSA
1
0,07 %
JD TERRALAO
6
0,43 %
MASSAGUAÇU
52
3,69 %
OLARIA
98
6,95 %
PORTAL DA FAZENDINHA
3
0,21 %
RECANTO DO SOL
1
0,07 %
TABATINGA
2
0,14 %
TOTAL
255
18,09 %

 

REGIÃO SUL
Bairro
Casos
Porcentagem
BARRANCO ALTO
28
1,99 %
GOLFINHO
14
0,99 %
JARAGUA
13
0,92 %
JD BRITANIA
6
0,43 %
JD TARUMA
15
1,06 %
MORRO DO ALGODAO
61
4,33 %
PEGORELLI
49
3,48 %
PEREQUE MIRIM
160
11,35 %
PONTAL ST. MARINA
11
0,78 %
PORTO NOVO
54
3,83 %
PRAIA DAS PALMEIRAS
30
2,13 %
RIO CLARO
1
0,07 %
TRAVESSÃO
152
10,78 %
VAPAPESCA
3
0,21 %
TOTAL
597
42,34 %

 

Cidade de Caraguatatuba foi a que mais cresceu em número de habitantes no Vale e Litoral Norte, segundo IBGE

  A cidade de Caraguatatuba foi a que mais cresceu em número de habitantes no Litoral Norte Paulista e Vale do Paraíba entre 2010 e 2022, se...