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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Via Orla

Polícia
Possível migração de traficantes cariocas para o Litoral Norte deveria preocupar autoridades estaduais e municipais..
                             Facções já dominam morros de Angra e Paraty.  
Forças Federais na Dutra, em Itatiaia. Foto: TV Rio Sul. 
A repressão ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, a partir da intervenção das forças federais naquele estado, deveria preocupar os prefeitos do Litoral Norte e Vale do Paraíba. Tudo indica que os bandidos devem migrar para outros estados até que a atuação das forças federais seja finalizada. A migração deve ser maior para o estado de São Paulo, através das rodovias Dutra e Rio-Santos, tradicionalmente, utilizadas pelos traficantes cariocas no contrabando de armas e drogas.
A pressão sobre os traficantes dos morros cariocas poderá fazer com que eles busquem “abrigo” nas cidades do Litoral Norte. Embora não exista nenhum indício concreto até o momento, a Polícia Federal e o Ministério Público e as prefeituras do Litoral Norte devem ficar atentas para essa possível migração de bandidos. Segundo informações, aumentou a fiscalização na divisa entre Paraty e Ubatuba, justamente, para tentar impedir que os bandidos cariocas migrem para as cidades do Litoral Norte. As forças federais já atuam em Itatiaia e Resende, as margens da rodovia Dutra, na divisa de São Paulo com o Rio.
A rotina do tráfico nas favelas dos morros do Rio já é muito comum nas cidades de Angra dos Reis e Paraty, bem próximas da nossa região. Bandidos das favelas já atuam nessas duas cidades, Angra e Paraty, já há alguns anos. Angra e Paraty tem vários bairros dominados pelas fações Terceiro Comando Puro(TCP) e Comando Vermelho(CV). A região de Angra, Paraty, Mangaratiba e Rio Claro registram um dos maiores índices de homicídios do estado do Rio: 52,05 mortes para cada 100 mil habitantes. 90% dessas mortes estão ligadas ao conflito entre as facções.
A situação é muito crítica em Angra e Paraty. Em Paraty, por exemplo, as facções dominam as favelas da Mangueira e Ilha das Cabras, que ficam a poucos quilômetros do centro histórico. Segundo informações, os traficantes já estariam atuando em outros dois bairros: Pantanal e Condado.
Nessas “comunidades” podem ser vistos jovens portando armas e radiotransmissores conversando com seus cúmplices, em plena luz do dia, cena comum, até pouco tempo atrás, apenas nos morros cariocas. Segundo informações, essas duas cidades também já contam com a atuação de milícias. A coisa é tão séria que um oficial da Pm especializado em atuar nos morros da Maré e São Cristovão, no Rio, foi transferido para comandar a Pm na região de Angra e Paraty. O objetivo: reduzir as ações das facções e os crimes violentos.
As autoridades das duas cidades estão preocupadas e com razão. Com a intervenção federal no estado, muitos traficantes devem migrar para aquela região, uma das mais belas do País. Recentemente, o prefeito de Angra, Fernando Jordão, esteve em Brasília. Reuniu-se com Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, para pedir a presença das forças federais no município.  Queria 400 homens da força federal para combater as facções.  O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que a intervenção é drástica, mas necessária. No entanto, não se tem nenhuma notícia de que o governo irá ampliar a fiscalização na divisa com o Rio de Janeiro, para impedir uma possível migração de traficantes cariocas para o estado de São Paulo. 

Via Orla

Cidades

     Prefeituras farão obras para minimizar enchentes no Perequê e Canto do Mar. 

               As prefeituras de Caraguá e São Sebastião vão dividir os custos das obras. 
Felipe e Aguilar, juntos, em vistoria no rio Perequê-Mirim. Foto:Radar Litoral. 
Os prefeitos Felipe Augusto, de São Sebastião e Aguilar Jr, de Caraguá, deram um belo exemplo, hoje, de como atuar administrativamente, deixando de lado as vaidades políticas e pessoais. Na manhã, desta segunda-feira, anunciaram que, juntos, vão investir na canalização e desassoreamento do rio Perequê-Mirim. A falta de obras no leito do rio, em períodos de chuvas fortes, tem provocado enchentes nos bairros do Perequê-Mirim (Caraguá) e Canto do Mar (São Sebastião).
Os dois prefeitos estiveram fazendo vistorias no local na manhã desta segunda-feira. Segundo Felipe Augusto, o "Rio Perequê-Mirim", tem vários pontos estreitos e com muitas residências ao seu lado. “Nestes trechos há dificuldade de intervenção com uso de máquinas retroescavadeiras e todo o trabalho de desassoreamento acaba sendo feito manualmente. Temos um rio que corta as duas cidades. Esta drenagem será aberta e reestruturada, dividindo os custos entre as duas cidades", disse o prefeito de São Sebastião ao Radar Litoral

Aguilar Jr. Afirmou que "é momento de nos unirmos, juntarmos forças, para as prefeituras realizarem toda esta drenagem, que servirá tanto para a parte alta do Jaraguá, Canto do Mar, quanto para o Perequê-Mirim". Segundo ele, a ideia é que sejam colocadas aduelas de concreto ao longo do leito. As margens do rio também passarão por obras de contenção. Ficou acertado que as duas prefeituras vão dividir os custos das obras. Bela iniciativa. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Via Orla

Gente
         Mansão de Clodovil vai novamente a leilão.
                             Lance mínimo será de R$ 900 mil.
Mansão de Clodovil, que irá a leilão dia 28. 
A mansão de Clodovil Hernandes, em Ubatuba, irá novamente a leilão, desta vez, no dia 28 próximo. No primeiro leilão, realizado em novembro do ano passado, nenhum lance foi dado. A casa de praia do ex-apresentador de TV e deputado federal Clodovil, morto em 2009, localizada entre as praias do Leo e do Meio, que está avaliada em  R$ 1,6 milhão,  terá lance mínimo de R$ 900 mil.

A casa, projetada em um terreno de 3.000 metros quadrados, era o refúgio predileto de Clodovil, quando vivo. Ele adorava a mansão e a cidade. Em vida, enfrentou problemas com o meio ambiente, que exigia a demolição de parte da obra. Alguns anos depois, foram demolidos três cômodos, um quarto, o salão de festas e o canil, construídos em área de proteção ambiental.  O leilão está sendo realizado pela empresa Lutt Leilões. 

Via Orla

Chuvas
Centenas de motoristas perderam a placa do carro. 
              Veja como proceder para não ser penalizado. 

Placas perdidas próximo ao UPA em Caraguá. 
As chuvas que atingiram o Litoral Norte nos últimos dias deixaram centenas de motoristas sem a placa dianteira de seus veículos. As placas foram perdidas quando os motoristas tentavam trafegar por ruas e avenidas alagadas em Caraguá, São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba. 
Muitas placas foram recolhidas por moradores. Só nas proximidades do UPA, em Caraguá, foram recolhidas 28 placas, de carros da capital, do interior e de outros estados. Quem recolheu fez questão de divulgar as placas nas redes sociais para tentar localizar os proprietários. Motorista que andar com carro sem a placa é penalizado. Veja como proceder.
Se rodar com o veículo sem a placa o motorista poderá ter muita dor de cabeça e prejuízo financeiro. A infração (veículo sem placa dianteira ou traseira) é considerada gravíssima, com perda de sete pontos na carteira e multa de R$ 293,47.   E, não fica só nisso: o veículo pode ser recolhido numa fiscalização, fazendo com que o proprietário tenha gastos com guincho e diárias no pátio.    
Segundo orientações do Detran de São Paulo, no caso do motorista localizar a placa perdida, ele deve leva-la até oposto de lacração de sua cidade. No posto, um profissional verificará a placa para saber se ela pode ou não ser reutilizada no veículo. Se puder reutilizar, não haverá custos. Se a placa estiver danificada, o motorista terá que descartar a placa antiga e solicitar uma nova.
Se o motorista tiver que solicitar uma placa nova terá que passar pelos tramites legais: submeter o veículo à vistoria de identificação veicular em uma Empresa Credenciada de Vistoria (ECV). Se apenas a placa dianteira tiver sido subtraída, não há necessidade da vistoria. Se a placa traseira não estiver em conformidade com o novo modelo de placas e lacres, as duas devem ser trocadas.
O motorista vai gastar R$ 83,03 apenas pela placa dianteira ou R$125,53 – para o par de placas de automóveis. O pagamento terá que ser feito nos bancos, por meio do número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
O motorista também deve comparecer à unidade do Detran.SP de uma de nossas cidades, com o requerimento de segunda via de placa (o formulário pode ser obtido no portal do Detran.SP) e com os originais e cópias simples do laudo de vistoria, comprovante de pagamento, documento de identidade com foto (como RG ou CNH), CPF e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), frente e verso; na data informada pela unidade, levar o veículo para ser reemplacado no posto de lacração local.


Via Orla


Chuvas

      Litoral Norte teve a maior chuva dos últimos tempos.

Enchente no Cambury, São Sebastião. 
A chuva que atingiu o Litoral Norte nos últimos dias foi uma das maiores já registradas na região. E, o resultado, não foi diferente das outras ocasiões: bairros alagados por enchente, quedas de barreiras e árvores e muitas famílias desabrigadas. Registros feitos pelo Instituto Nacional de Meteorologia e CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Desastres Naturais) constataram que foi uma chuva extremamente elevada e poucas vezes observada em nossa região.

Vejam: entre 10 horas do dia 14 e 10 horas do dia 15 choveu 253 milímetros, um volume maior que a média normal de chuvas para todo o mês de fevereiro. Notem: em 15 dias choveu 313 mm. Segundo os institutos a média de chuva normal para fevereiro em Caraguatatuba e em São Sebastião é de quase 220 mm e em Ubatuba é de aproximadamente 320 mm. Segundo o Climatempo, entre os dias 14 e 15 a cidade mais atingida pelas chuvas foi São Sebastião, lá choveu 241,7 mm; em Ilhabela, no mesmo período, foi registrado 223,9 mm;  em Ubatuba, choveu 198,9 mm: e, em Caraguá, 150,3 mm.

Ubatuba está em estado de Alerta; Caraguá, em estado de Atenção; e, São Sebastião e Ilhabela em estado de Emergência. A região teve cerca de 150 pessoas desabrigadas no período forte da chuva, mas a situação foi aos poucos sendo amenizada. São Sebastião foi sem dúvidas nenhuma a cidade mais afetada pelas chuvas, com um prejuízo de cerca de R$ 50 milhões. Por sorte, não tivemos rodovias interditadas por queda de barreiras e nenhuma morte registrada.
Enchente no Perequê-Mirim, Caraguá. (foto:Caraguá FM)
São Sebastião, tendo a frente, o prefeito Felipe Augusto e a primeira dama Michelli,  agiu rápido para minimizar os efeitos das chuvas. Foi um verdadeiro exemplo de solidariedade e de união de uma comunidade em prol dos necessitados. A cidade tem cerca de 24 famílias desabrigadas recebendo total apoio da prefeitura e a solidariedade das cidades vizinhas, bem como, do governo do Estado.
Ilhabela tem 20 famílias desabrigadas também contando com o apoio da prefeitura. O prefeito Márcio Tenório fiscalizando tudo bem de perto e acompanhando os técnicos do IG e IPT nas vistorias feitas nas encostas do município. Caraguá tinha até ontem 12 famílias desabrigadas sendo atendidas pela prefeitura. Ubatuba não teve desabrigados. O prefeito Délcio Sato intensificou o trabalho da Defesa Civil para orientar os moradores das áreas de risco.
Fica o alerta aos prefeitos: obras de drenagem e retirada de moradores das áreas de risco são necessárias o mais rápido possível. Fica o alerta aos moradores: evite lançar lixo e entulhos nas calçadas, ruas e praças, isso impede a vazão das águas e entope os bueiros. Fica o alerta aos turistas: podem vir para o Litoral Norte, aproveitar nossas praias, o pior já passou.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Via Orla

Memória Carnavalesca


Tainha: a musa do carnaval de antigamente


Nosso carnaval, antigamente, era super legal. A gente curtia os bailes de salão e o desfile de carros alegóricos pelas ruas centrais da cidade. O desfile era uma grande atração turística, apesar de ser muito simples e organizado pelos próprios moradores da cidade, com ajuda da prefeitura. O desfile tinha uma atração imperdível: o carro da concha acústica, onde desfilava Conceição Aparecida do Nascimento, uma moça linda e de belo corpo, apelidada de “Tainha”.
 
Tainha, na concha, enlouquecia os visitantes.  
Era a principal atração do desfile de carnaval da cidade na década de 60.  O carro, no qual Tainha desfilava, era o mais aguardado pelos moradores e turistas. Era uma concha, idêntica da logomarca da Shell, que abria e fechava ao longo do desfile. No interior da concha ficava Tainha, aos 22 anos de idade, bonita, morena, de corpo exuberante, trajando um biquíni, fazia o público delirar.

Conceição, era filha de seu Lino e dona Bertulina, caiçaras de Ubatuba, que residiam em Caraguá, no bairro do Estrela D’Alva. Estudou no Grupo Escolar de Caraguatatuba e no Colégio Thomas Ribeiro de Lima.  Conceição participava de desfile de modas e era uma das moças mais lindas da cidade. Ela me contou que o convite para desfilar na concha partiu do então prefeito, Geraldo Nogueira da Silva, o Boneca. Conceição desfilou na concha nos carnavais de 1967 e 1968, quando tinha 22 anos de idade.


Em 1969 casou-se com o italiano Antonio Cataldo e foi morar na capital paulista. Lá teve dois filhos: Karina e Giuseph. Em 1975 mudou-se para São José dos Campos e montou a Doceria Antoniella, que tornou-se uma das mais famosas do Vale do Paraíba. A Antoniella ficava ali na Praça da Preguiça, na região central de São José. As pessoas que a encontravam, a reconheciam do carnaval de Caraguá. Em 1993 vendeu a doceria e foi trabalhar como corretora de imóveis. Depois de 15 anos na área decidiu parar de trabalhar. Conceição lembra com muito carinho do carnaval de antigamente: “Era muito legal, muito família...Desfilar na concha era ótimo...Depois do desfile a gente ia para o clube XV pular carnaval...Foi um período muito bom...”.Foi a musa carnaval de antigamente...

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Via Orla


Memória carnavalesca

Chico Tanque: o carnavalesco que originou o bloco das Piranhas. 

Chico Tanque, saudades...
Tá começando o carnaval. E, a gente vai relembrando o carnaval de antigamente. A gente lembra com carinho do carnaval no Clube Náutico, do Silvio Fernandes; dos bailes no Clube XV; do carnaval agitado do Recanto Ana...Do “Banho da Dorotéia” , com a criançada fantasiada de papel crepon e entrando no  mar, depois de caminhar pelas ruas centrais...Do desfile da “Concha Acústica” pelas ruas centrais, no interior da concha, a bela caiçara, apelidada de “Tainha”, apenas de maiô, que deixava os turistas enlouquecidos.. A escola de samba Tubarão, comandada pelo mestre Dionízio, dona Eleonor....Aí, vem a lembrança do Francisco Vilegas, quase ninguém lhe conhecia pelo nome verdadeiro...este era o nome do Chico Tanque, uma das nossas mais tradicionais figuras carnavalescas...Saudades!!!

Chico, que morreu em 2010, foi um dos maiores incentivadores do carnaval de rua de Caraguá. Ele e o inseparável amigo, Marron ,se fantasiavam de mulher e ficavam na rua Santa Cruz, ponto de encontro dos moradores e turistas, na época, “brincando com todo mundo”. Dessa iniciativa dos dois viria surgir em 1976 o “Bloco das Piranhas”, hoje, um dos grandes atrativos do carnaval de rua de Caraguá. A dupla era realmente infernal. Dois amigos que só se separaram quando a morte chegou. Primeiro, foi o Marron e, depois, o Chico Tanque.

Chico era filho de dona Eleonor, que foi uma das responsáveis pela Escola de Samba Tubarão, que animou nossos carnavais de rua nas décadas de 70 e 80, comandada pelo Díonizio, também, já falecido. Chico era são paulino roxo e adorava futebol e carnaval. Não perdia jogos do E.C.XV de Novembro, principalmente, do time de veteranos, onde jogava e tinha inúmeros amigos, entre eles, empresários, comerciantes, médicos e autoridades públicas. Era querido por todos.

Trabalhava como antenista. Problemas na imagem da TV era o Chico Tanque quem resolvia. Sujeito de coração bom, tornou-se uma figura folclórica em Caraguá. São inúmeras as estórias envolvendo Chico Tanque. Chico, entendo eu, pode ser comparado ao personagem Chicó, criado pelo escritor Ariano Suassuna, na peça teatral Auto da Compadecida. Relembrar suas façanhas daria um bom livro. Fez de tudo na vida, mais nunca se envolveu com a criminalidade.

Lembro de algumas de suas estórias: uma vez, Chico estava num bar na rua Santa Cruz, com o Marron e, tinha nas mãos um embrulho com uma pequena porção de maconha. Conversava com um funcionário do fórum, quando de repente, chegou a polícia militar para dar uma batida. Chico não teve dúvidas, pediu para o funcionário do fórum segurar o embrulho. Como a cidade era pequena e todo mundo se conhecia, a PM deu geral em todo mundo, menos no funcionário do fórum. Quando a PM foi embora, Chico pegou o embrulho de volta. O funcionário do fórum perguntou do que se tratava e Chico mostrou a erva. O funcionário do fórum quase desmaiou. Esse era o Chico Tanque!!!

Outra estória boa: uma vez, Chico foi chamado para consertar a antena de um morador, no prédio, que fica em frente a praça Cândido Mota. Ele e o Marron, subiram no telhado, fizeram uma gambiarra: desligaram o fio da antena de um vizinho, que era veranista, para ligar na.tv do cliente, morador da cidade. O cliente ficou supersatisfeito com o serviço: a imagem ficou perfeita. Alguns dias depois, o veranista, desconhecendo o que tinha acontecido com sua antena, procurou o vizinho, que indicou o Chico para resolver o problema da imagem da TV dele. A dupla desligou a antena de um outro veranista que não se encontrava na cidade naquele dia e “consertou” a TV do cliente veranista...


Chico era assim, um sujeito imprevisível...É por isso, que a gente nesta época de carnaval,  lembra dele com muito carinho...A Fundação Cultural de Caraguá fez um boneco “Chico Tanque” para homenagear o Chico... O boneco anima os bailes do “Carnaval de Antigamente”, na praça Cândido Mota...Justa homenagem...Em 2011, meu amigo Zé Mário(Caraguablog) fez uma bela homenagem ao Chico Tanque, vale a pena conferir: acesse http://www.youtube.com/watch? Carnaval era com o Chico Tanque...